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Projeto de reciclagem de óleo comestível será aderido por Itapevi

Ação recolherá resíduos nos principais pontos de comércio da cidade.

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Para reduzir o entupimento das tubulações de esgoto doméstico, a Secretaria do Meio Ambiente de Itapevi aderiu ao Programa de Reciclagem do Óleo de Fritura (PROL), que é elaborado pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

 

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Comércio alimentício local poderá participar de ação em incentivo a reciclagem de óleo de fritura.
Comércio alimentício local poderá participar de ação em incentivo a reciclagem de óleo de fritura.

O projeto colabora com a recém-criada Lei Municipal nº 2.210/2013, que regulamenta o descarte de óleo comestível e seus resíduos no meio ambiente. De acordo com a secretaria, o PROL tem como principais objetivos reduzir o impacto da poluição nas águas e no solo causado pelo descarte inadequado do óleo de fritura e ainda gerar emprego e renda de maneira sustentável.

 

Para isso, foi criado um projeto-piloto para a coleta do resíduo, inicialmente nos comércios alimentícios como bares, restaurantes, lanchonetes e afins que estão instalados no decorrer da avenida Presidente Vargas e no centro da cidade. Cada estabelecimento participante recebe um galão de 20 litros e selo correspondente à ação, de forma gratuita. A secretaria informa que os interessados em participar devem entrar em contato com a Secretaria do Meio Ambiente pelo telefone 4205-4345 e/ou 4205-4347.

 

“Infelizmente a maioria das pessoas ainda joga o óleo na rede de esgoto. Esse óleo descartado indevidamente contribui significativamente com a obstrução na passagem do efluente. Jogar óleo pelo ralo resulta no entupimento da tubulação, refluxo de esgoto, rompimento da rede, mau cheiro entre outros problemas”, disse o secretário do Meio Ambiente, Evangelista A. Limas.

 

Para se ter uma ideia, um litro de óleo comestível que atinge a tubulação polui mais de 25 mil litros de água. Além disso, o óleo lançado irregularmente atua como uma “cola” para o lixo lançado indevidamente nos vasos sanitários e forma um filme sobre a superfície da água dificultando na oxigenação, e assim, ocasionando a morte de peixes e outros seres vivos.