Foto: PMI

Clique Aqui e envie um “OI” pelo WhatsApp para receber mais notícias de Itapevi e do Brasil em seu celular gratuitamente


A tarde desta quinata-feira (01) foi um absoluto tumulto para quem mora, estuda e trabalha na região do bairro Jd. Rosemary.

Após um incêndio, aparentemente intencional, colocado no mato de uma grande área localizada ao lado da Unidade de Saúde da Família da região, todo o bairro e seu entorno ficou prejudicado pela grande quantidade de fumaça que se formou.

Os atendimentos na unidade de saúde vizinha ao terreno tiveram que ser paralisados, pois, de acordo com uma funcionária, permanecer no local era absolutamente impossível, “Fomos dispensados às 15hs da USF, não dava para ficar lá, tinha muita fumaça. As pessoas já estavam passando mal”, afirmou ela.

O mesmo aconteceu com alunos e profissionais da educação que trabalham na escola CEMEB Dr. Antônio Manoel de Oliveira, localizada no mesmo bairro.

Mães de alunos afirmam que receberam ligações da escola para que fossem até lá para retirar seus filhos e levá-los para casa, algumas avisaram outras mães em grupos de mensagens e também nas redes sociais. Segundo Sara, mãe de uma aluna, “algumas crianças estavam tossindo muito e com os olhos bastante irritados, a escola fez bem em chamar a gente, mas a verdade é que é revoltante que todo mundo é prejudicado por alguém irresponsável que coloca fogo no mato sem pensar nas outras pessoas“.

A queima de mato e lixo é uma prática muito comum em Itapevi, ela é prejudicial ao meio ambiente e à saúde da população, além de causar transtornos no dia a dia dos moradores, também agrava o estado de saúde de pessoas que sofrem com problemas respiratórios.

O que diz a prefeitura da cidade

Diante de inúmeros questionamentos de moradores, o Itapevi Realidade procurou a prefeitura de Itapevi para saber se há estatísticas que revelem o volume de situações como esta, além disso, questionamos também quais e quantas foram as punições que foram aplicadas a quem foi flagrado realizando queimadas, no entanto, até a publicação desta matéria não obtivemos respostas.